

Seria o fim do blog que se tornou sensação da blogsphera ou apenas o início para aqueles que foram pioneiros de uma nova forma de humor que mobilizou boa parte dos internautas? Seria Daniel o filho de chanceler que fará o curso de Rita Weiner, estilista da grife Theodora?
São perguntas que nos restam a fazer com a desolação de não poder ter as respostas. Daniel esteve nesses últimos dias no olho de um furacão que varreu corações enfurecidos e vingativos. Será que teremos notícias em breve do rapaz? E onde se encontraria Mariana, a outra metade de Katylene Beezmarcky e que formas teria?
O legado do Papel Pobre é grande – algumas comunidades, açgumas tentativas prematuras, uma delas chamada “Plástico Rico” e vários leitores desesperados. Um dos legados é este, um blog feito para homenagear a história do que me fez rir por um semestre a fio.
Personagens que saem da vida de repente definitivamente deixam sua marca na história – Marilyn Monroe e Getúlio Vagas são apenas um dos exemplos. Causam furor e fúria, indignação, ódio e paixão, e por isso são geniais – dão e tiram da massa aquilo que todos nós necessitamos: passionalidade. Fenômenos na Internet causam sensações momentâneas e efêmeras, quase que passageiras; “Ruth Lemos” e “Fala, Sônia”, poderá alguém ainda lembrar-se delas? Contudo, nenhuma delas pode nos cativar tanto quanto a travesti de Xerém, Katylene Beezmarcky, que nos embalou em sua paixão por escrever e é aí que reside seu diferencial (e potencial).
Em tempo: "Márcia Uósmith" começou a postar no papelpobre.blogspot.com que, assim como o Ricardo, sofreu retaliações logo nos primeiros posts e abandonou a árdua e impossível tarefa de perpetuar o estilo de Katylene. Resta-nos agora ver até quando se desenlaça essa história e saber que fazemos parte dela.
Nenhum comentário:
Postar um comentário